A sorte bateu duas vezes à mesma porta


06.11.2017
Redação | Imagens O Duas Portas

A qualidade dos materiais e a singularidade da arquitetura, caraterizam o Duas Portas.



"É uma habitação que tem um charme e um encanto fora do comum", afirma Luísa.

"Não só a imagem é importante, este é um trabalho que vai buscar a qualidade para garantir a sustentabilidade no tempo", conclui Luísa.

Dizem que a sorte não bate duas vezes à mesma porta. Pois, o “Duas portas” mostrou que é possível contrariar o ditado. Uniu uma unidade de alojamento turístico a um restaurante e reabriu o espaço na Foz do rio Douro. O nome vem graças às duas portas que diferenciam os negócios mas que, simultaneamente, os unem.

 

 

Luísa Moura, arquiteta, é quem está à frente da porta. Com o apoio e colaboração da tia, encontram-se a "explorar este alojamento local". "Esta história é um projeto familiar que já começou há um tempo atrás. Eu e a minha tia tivemos este desafio: explorar este alojamento, que tem um projeto feito pela minha mãe que é arquiteta", conta em entrevista à Praia Magazine. "A localização e o charme da arquiteta da casa existente", foram o suficiente para conquistar a família. Todo o processo de desenvolvimento do projeto trouxe ao espaço "uma arquitetura singular de uma qualidade de excelência". A habitação que se encontrava "mesmo muito detriorada", viu as paredes estruturais mantidas. Todo o interior "foi trabalhado desde o início, sendo uma remodelação total". 

 

 

 

 

 

Foi preciso adaptar o espaço, segundo conta Luísa, uma vez que "esta era uma habitação familiar". Agora, o alojamento acolhe 8 quartos - quatro com vista para o rio e o mar, e os restantes para o jardim central. O espaço abriu em meados de Julho. O Duas portas reúne "mobiliário português, mobiliário de autor, mobiliário nórdico, vintage e contemporâneo". Esta mistura tem "um resultado muito harmonioso" que foi "em todo o processo acompanhada por nós que, não tendo formação na área da hotelaria, tivemos que estudar muito para saber o melhor que estavamos a fazer". A criação de um "espaço com um ambiente intimista e acolhedor" permite que o feedback seja "excelente, pelo sítio, pela arquitetura, pelas pessoas que aqui encontram e a forma e proximidade como são tratadas", conclui a co-proprietária do espaço, a arquiteta Luísa. 

 

 

 

"Aqui, as pessoas sentem-se em casa". 

"É uma arquitetura simples e intemporal que se baseia na qualidade dos seus materiais, sendo os mesmos típicos da época e do Porto", acrescenta uma das co-proprietárias.

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